Sala de Prensa

94
Agosto 2006
Año VIII, Vol. 3

WEB PARA PROFESIONALES DE LA COMUNICACION IBEROAMERICANOS

A R T I C U L O S

   
   


O fim da democracia norte-americana:
A imprensa leva a culpa

Ruben Dargã Holdorf *

Resumo: O artigo pretende mostrar que a mídia norte-americana mudou seus valores e que as práticas vigentes enfraquecem cada vez mais o perfil histórico dos Estados Unidos como nação defensora das liberdades de imprensa, expressão e consciência. Além disso, ele avalia prováveis conseqüências do mau desempenho midiático nos contextos social e político. Considerando-se a liberdade de imprensa como base para as demais liberdades e pelo fato de os Estados Unidos servirem de parâmetro para a condução de outras democracias, o tema recebe um grau de importância. Daí a necessidade de se preservar a liberdade de imprensa contra qualquer modo de cerceamento, cabendo-lhe apenas seu aperfeiçoamento de acordo com as tendências modernas e jamais possibilitando o regresso de situações inibidoras. Palavras-chave: Democracia, Estados Unidos, imprensa, mídia, política, religião. The end of the north american democracy: the press is guilty - Abstract: The article intends to show that the north american media has changed its values and that the present practices weakens more and more the historical profile of the United States as a nation that defends the liberty of the press, freedom of conscience and freedom of speech. Besides, the article evaluates possible consequences of the media bad performance in the social and political contexts. Taking the liberty of the press as a base for the other freedoms and for the fact that the United States serve as a parameter for other democracies, the theme deserves attention. Keywords: Democracy, United States, press, media, politics, religion.

INTRODUÇÃO

Nos últimos quatorze anos, diversos autores alertam as autoridades públicas norte-americanas e os próprios cidadãos para os indicadores e riscos da decadência social dos Estados Unidos. A partir de meados da década passada, surgiram novos críticos indicando a imprensa como culpada pelos desarranjos sociais e políticos do país.

A mais recente pesquisa a respeito do comportamento da imprensa norte-americana, realizada em conjunto pelo Pew Research Center e o Project for Excellence in Journalism e divulgada pelo Observatório da Imprensa,1 revela o distanciamento cada vez maior entre os profissionais de imprensa e a população nos campos sociais e políticos. Outro dado relevante mostra que 90% dos jornalistas com menos de 35 anos não acreditam que a falta de credibilidade interfira no desempenho da mídia, dando a impressão de que eles pouco se importam com o pensamento da população a respeito deles.

Os Estados Unidos começam a sofrer reveses internos, abalando suas estruturas mais sólidas: a democracia e a república. Os principais intelectuais norte-americanos enumeram os abusos provocados pela mídia deste país, fatos que provocam aversão pública. Fundamentando-se em análises e críticas à imprensa, tanto de autores estadunidenses como de estrangeiros, pode-se considerar a mídia norte-americana culpada pela decadência e possível derrocada da democracia mais longeva da história contemporânea.

1. IMPRENSA EM DESCRÉDITO

Muitos pesquisadores e críticos da mídia norte-americana analisam de vários ângulos os efeitos da imprensa dos Estados Unidos sobre a sociedade, as instituições e seus fundamentos ideológicos. As práticas vigentes no atual jornalismo norte-americano abalaram a credibilidade da imprensa diante da população. Fallows (p. 12) defende a teoria de que esta situação afeta o destino de cada cidadão. Ele detectou que os americanos consideram os jornalistas arrogantes, escandalosos, cínicos e destrutivos (ibid., 9).

Kovach e Rosenstiel (p. 48) explicam a desilusão pública na mídia porque o jornalismo se detém em demasia nos assuntos de interesse da elite. Apesar de Moore (p. 88) não ser um pesquisador da área acadêmica, ele conseguiu interpretar determinadas situações vividas em seu país. Segundo ele, um dos problemas do jornalismo diz respeito à repetição das notícias, cujo conteúdo se viciou em apresentar os mesmos estereótipos. A imprensa é acusada por ele de contínua sonolência na direção dos destinos da nação (ibid., 212). O editor do Washington Monthly, Charles Peters, declara a gravidade do problema dos jornalistas preferirem se identificar com os ricos a com os pobres (Fallows, p. 102). O presidente George Walker Bush também qualifica a imprensa como “elitista”, pois a origem social da maioria esmagadora dos jornalistas se encontra nos mais elevados estamentos (Carvalho, 2004).

Por outro lado, ao invés de a mídia aproveitar essas críticas e tentar recuperar o espaço perdido, ela acentua a crise imputando a culpa pela decadência moral, social, econômica e política no próprio eleitor e cidadão norte-americano.2 Diante desse quadro, avoluma-se o número de pessoas que boicotam a mídia. A cada ano diminui a quantidade de leitores de jornais e de indivíduos que assistem aos telejornais (Fallows, p. 9). Alienado das mudanças e tendências nacionais e até mesmo mundiais, o povo americano se torna marionete nas mãos de interesses políticos e econômicos sob a égide dos meios de comunicação de massa. Kovach e Rosenstiel (pp. 83-84) definem esse ceticismo e, até mesmo, indignação do público como uma má interpretação do termo independência jornalística, confundido com distanciamento das massas.

Outra crítica formulada por Kovach e Rosenstiel (p. 186) se refere ao superdimensionamento dado pela mídia a fatos triviais, transformando-os em pura diversão, em detrimento das exigências e necessidades do público. Bernstein (p. 72) denomina essa vulgarização das notícias como lixo direcionado à histeria. Fallows (pp. 14 e 44) chama isso de “espetáculo deprimente”, cuja impressão repassada ao público é de que o jornalismo virou diversão.

Despencando nas pesquisas de audiência e sendo massacrado pelos programas de entretenimento, o jornalismo norte-americano achou que a simples alteração no formato mais sério dos telejornais captaria novamente a atenção do público. Essa é uma competição desigual e quase impossível de se vencer (ibid., 15). Outro problema relacionado por Fallows (p. 13) atribui ao estrelato diante das telas como um elemento que impele os profissionais a fazer concessões. E ele adverte que quanto maior o sucesso, “menos um repórter” o jornalista “pode ser” (ibid., 75).

Desde o início da década de 1980, o desprezo pelos jornalistas retratados nos filmes da indústria cinematográfica supera o rancor contra advogados, políticos e empresários, mesmo que estes sejam os vilões dos enredos (ibidem, 58). Numa pesquisa veiculada em 1995, 66% das pessoas consultadas não tinham nada de positivo a declarar sobre os jornalistas, enquanto que estes, apesar do clima de oposição, se consideravam os cães de guarda da nação (ibidem, 60).

O Projeto para Excelência em Jornalismo salienta que a classe jornalística vive uma crise de baixa-estima profissional (Perfil, 2004). Fallows (p. 24) joga pesado ao mencionar o apresentador Mike Wallace, do “60 Minutes” da CBS, como um ícone do que os norte-americanos odeiam. Referindo-se à cultura inútil causadora dos males sociais, Moore (pp. 118 e 242) ironiza a programação da MTV e não deixa de citar Chris Matthews, jornalista acusado de corrupção ao aceitar propina da Enron, empresa de energia falida em 2001.

A maior reclamação do público contra os repórteres se dirige à tentativa de imposição de opiniões (Fallows, p. 63). O anonimato na apuração das notícias também presta um desserviço ao público. E ele tem outra fonte também. O próprio Congresso americano orienta seus funcionários a permanecerem como “fontes anônimas” (Kovach; Rosenstiel, p. 186). Sem revelar as notícias por inteiro, protegendo fontes e ocultando fatos, a mídia desestrutura a base crítica do público (ibid., 175).

De acordo com Kovach e Rosenstiel (p. 43), apenas 47% das pessoas lêem algum jornal nos Estados Unidos, deixando a maior parcela da população às escuras na vida social e política. Moore (p. 114) deixa esse quadro estatístico mais trágico ainda, oferecendo mais detalhes. Um americano médio investe somente 99 horas anuais na leitura de livros, enquanto torra 1.460 horas em frente a um televisor; e ridículos 11% são os leitores de jornal diário, cujos quadrinhos e classificados de carros usados se demonstram os prediletos. Em 1930, o editor Earle Martin, do Cleveland News, já acreditava que menos de 10% dos leitores liam algo a mais além dos títulos nos jornais (Zanotti, p. 46).

Jack Fuller, presidente da Tribune Publishing Company, diz que um jornal não pode alcançar o almejado sucesso se ele deixar de refletir os anseios da comunidade (Kovach; Rosenstiel, p. 218). A obrigação dos jornalistas com sua consciência se estende aos demais profissionais ao possibilitar as diversas e crescentes perspectivas e as necessidades da sociedade (ibid., 274). O jornalismo existe para tentar responder os questionamentos do público e não para dificultar a vida comunitária (Fallows, p. 158). Kovach e Rosenstiel (p. 31) compartilham desse pensamento ao afirmar que a principal finalidade do jornalismo visa fornecer aos cidadãos informações para eles se autogovernarem. Analisando o ensino de jornalismo nos Estados Unidos, Traquina (2004) distingue a formação de jornalistas para a participação pública acima do contexto da prática profissional.

2. AMEAÇA À PRIMEIRA EMENDA

A Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos garante que “o Congresso não fará nenhuma lei... que restrinja a liberdade de expressão ou de imprensa”.3 O professor de Jornalismo, Phil Meyer, da Universidade da Carolina do Norte, defende que o jornalismo e a ciência têm suas origens no iluminismo, a mesma filosofia que inspirou a criação da Primeira Emenda (Kovach; Rosenstiel, p. 121). Entretanto, alguns críticos como Fallows (p. 64) já não vêem essa situação na atual conjuntura política dos Estados Unidos. Ele ressalta que esse “liberalismo” está bem mais limitado do que no passado. Portanto, algo de anormal ocorre nos bastidores da mídia norte-americana, a ponto de enfraquecer um sólido fundamento de mais de duzentos anos.

Durante estes dois séculos a Primeira Emenda protegeu a atuação da imprensa na exposição dos atos dos poderes públicos. O juiz Hugo Black, da Suprema Corte, reforça que somente a liberdade de imprensa protege a exposição das fraudes do governo (Kovach; Rosenstiel, p. 173). Por isso a revista New Yorker denunciou em 19/01/2004 como a Casa Branca controla a imprensa e a considera irrelevante, detalhando o estremecimento das relações com os jornalistas. Na reportagem, o presidente Bush confessa não assistir aos telejornais e sequer ler jornais (Carvalho, 2004). Na verdade, o atual governo não deposita qualquer confiança na imprensa (Singer; Barbosa, 2004). Se o presidente da nação mais desenvolvida do planeta despreza a mídia e transmite esse procedimento-modelo ao povo, torna-se difícil uma ação mais efetiva da imprensa no cumprimento de seu papel na sociedade.

A rivalidade entre eles se iniciou logo após os atentados de 11/09/2001 quando a conselheira nacional de Segurança, Condoleezza Rice, solicitou à imprensa nacional evitar qualquer notícia prejudicial à ordem no país. Os chefes de redação, Ron Gutting e Dan Guthrie, dos jornais City Sun e Daily Courier, respectivamente, ousaram cumprir a Primeira Emenda e criticar o presidente. Amargaram a demissão. Configurava-se aí o princípio da derrocada da Primeira Emenda e o primeiro abalo contra a democracia. O professor Edward Herman, da Universidade da Pensilvânia, rotulou as medidas do governo como escandalosas (Meyssan, p. 83). Ao mesmo tempo, o Departamento de Estado obrigou seus aliados a tomarem resoluções semelhantes, limitando o exercício de uma imprensa livre (ibid., 86).

Em entrevista à revista Veja, Robert Meeropol declarou que as atitudes censoras do governo Bush expuseram a fragilidade da individualidade dos cidadãos (Zakabi, p. 15). Ao contrário do pensamento vigente, o filósofo John Dewey, da Universidade Columbia, vê na democracia um modo de se aperfeiçoar as interações humanas e não uma arma a serviço dos interesses governamentais (Kovach; Rosenstiel, p. 45).

Na opinião de Kovach e Rosenstiel (pp. 31-32), não há como separar o conceito de jornalismo da criação de democracia, assim como não se destrói a liberdade das pessoas sem evaporar a imprensa da comunidade. Não foi à toa que o filósofo alemão J. Habermas, em Mudança Estrutural da Esfera Pública, trata a liberdade da opinião pública como “ficção” e culpa os meios de comunicação por desfigurarem a soberania do público (Bucci, pp. 171-172).

Quanto mais fraco o governo, mais forte deve ser a mídia, a fim de evitar o fracasso da democracia. Moore (Prefácio, XIII) defende uma “mídia independente, forte e crítica” como garantia de sobrevida à liberdade de expressão. Todavia, os interesses econômicos modernos conjugados às transformações tecnológicas dos meios de comunicação de massa desafiam a finalidade do jornalismo. Kovach e Rosenstiel (p. 32) se assustam ao perceber pela primeira vez na história dos Estados Unidos uma evidente e clara ameaça à Primeira Emenda, independente do poder público. O filósofo austríaco Karl Popper, em Televisão: um perigo para a democracia, alerta que qualquer poder sem controle se opõe aos princípios democráticos (Bucci, p. 162).

3. QUESTÃO RELIGIOSA

Outro agravante da diversidade de pensamento é o monopólio da informação. Quando as comunicações se aglutinam sob o comando e orientação de poucos ou somente uma empresa jornalística, ocorre o risco da manipulação. Os Estados Unidos têm hoje apenas seis grandes empresas de comunicação. E já foram cerca de mil. O número de cidades norte-americanas com pelo menos dois jornais concorrentes é de reduzidos 34 locais (Moore, pp. 14, 133 e 225). O governo afrouxou os limites de controle dos meios de comunicação nos Estados Unidos, ferindo o princípio democrático de proteger o regime de livre concorrência (Bucci, pp. 164-165).

Meyssan (pp. 57-68) vaticina a morte da democracia na América a partir do momento em que os Estados Unidos justificaram ataques militares e invasões a países suspeitos de terrorismo. Após destronarem a democracia, surgiu um Estado fascista e teocrático (ibid., 89). Analisando e compreendendo o sentimento de economistas, historiadores e cientistas políticos, Kennedy deu um sinal de alerta, lembrando que “caiu Roma, caiu Babilônia, chegou a vez de Nova York”4 (Kennedy, p. 33). Em um título de artigo,5 McLaughlin perguntou se “A América vai por água abaixo?” (McLaughlin, p. 22).

Tentando desvendar as principais causas da antipatia do público pela imprensa, Fallows (p. 64) toca numa característica marcante da cultura norte-americana: a religião. Segundo ele, os repórteres são menos religiosos e apóiam temas considerados tabus pelas igrejas, como o homossexualismo, por exemplo. Os americanos também não entendem muito da política interna. A maioria sequer participa como eleitor por ocasião dos pleitos. E essa crescente apatia abre as portas para as ações da Nova Direita, maior movimento religioso dos Estados Unidos, simpatizante do Partido Republicano e que defende a união do Estado à Igreja (Kennedy, pp. 67-68).

Se a condição laica de Estado ruir, com certeza a liberdade de imprensa será a próxima vítima desse poder autoritário. James Madison entendeu o princípio da liberdade religiosa, vinculando-o à condição de o governo se abster de promover e proibir as atividades religiosas (Goldstein, p. 102).

A primeira conseqüência da valorização do entretenimento acima da notícia devidamente apurada é o achatamento do pensamento quando o jornalismo se difunde como espetáculo (Bucci, p. 144). Os jornalistas não imaginam os danos e a extensão causados por esses ao negligenciar o poder que têm em suas mãos. Se em curto prazo a credibilidade se torna um desafio aos jornalistas, num prazo mais longo transformam em problemas ainda mais graves para a democracia. Se a corrupção e a troca de afagos continuarem se perpetrando entre o poder político e a mídia norte-americana, em breve esta se arrependerá por não sanar o problema enquanto teve oportunidade (Fallows, pp. 16, 60 e 104).

Moore (p. 30) adverte que esse modelo de relação entre a mídia e o governo não deve ser seguido por outros países, pois o fim das liberdades civis será cobrado daqueles que trilharem o mesmo caminho. O preço não deverá ser debitado apenas da conta dos jornalistas, mas também dos cidadãos, caso eles continuem indiferentes ao caos que recebe contornos de maior proporção (Fallows, p. 155).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Não se trata de previsão catastrofista, tampouco de ufanismo da mídia. Sem uma imprensa livre e atuante, os espaços para a manifestação das forças cerceadoras do pensamento humano passam a ocupar o poder e dominar a sociedade.

Caso essa configuração continue tomando forma, a previsão quanto aos destinos do planeta nas próximas décadas não é nem um pouco otimista. Ao contrário do que se projeta, a ruína da imprensa vai desencadear uma série de fatos que podem conduzir as principais democracias do Ocidente a sua derrocada e ao retrocesso a uma nova “Idade Média”.

_______
NOTAS:

1 www.observatoriodaimprensa.com.br, 1.º/06/2004.
2 O Projeto para Excelência em Jornalismo, parceria com a Universidade Columbia, apurou que 69% dos jornalistas do país não confiam nos eleitores e se julgam superiores aos leitores e telespectadores.
3 Emenda 1, Bill of Rights, Constituição dos Estados Unidos da América, 1791.
4 Atlantic Monthly, agosto de 1987.
5 National Review, julho de 1987.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BERNSTEIN, Carl. A cultura idiota. In: GOLDSTEIN, Clifford. O dia do dragão. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1997. p. 72.
BUCCI, Eugênio. Sobre ética e imprensa. São Paulo: Cia. das Letras, 2000.
CARVALHO, Marinilda. O desdém da Casa Branca pela imprensa. Observatório da Imprensa, São Paulo, 3 fev. 2004. Disponível em: <http://www.observatoriodaimprensa.com.br>.
FALLOWS, James. Detonando a notícia: como a mídia corrói a democracia americana. Rio: Civilização Brasileira, 1997.
GOLDSTEIN, Clifford. O dia do dragão. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1997.
KENNEDY, Paul. O (relativo) declínio da América. In: Lira LIRA, Elizeu Corrêa. Uma nova ordem mundial: o governo da nova era. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1999. p. 33.
KOVACH, Bill; ROSENSTIEL, Tom. Os elementos do jornalismo: o que os jornalistas devem saber e o público exigir. São Paulo: Geração Editorial, 2003.
MCLAUGHLIN, John. A América vai por água abaixo? In: Lira LIRA, Elizeu Corrêa. Uma nova ordem mundial: o governo da nova era. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1999. p. 22.
MEYSSAN, Thierry. 11 de setembro de 2001: uma terrível farsa. São Paulo: Usina do Livro, 2003.
MOORE, Michael. Stupid white men: uma nação de idiotas. São Paulo: Francis, 2003.
PERFIL do jornalista americano se distancia do público. Observatório da Imprensa, São Paulo, 1.º jun. 2004. Disponível em: <http://www.observatoriodaimprensa.com.br>.
SINGER, Beatriz e BARBOSA, Dennis. Bush & mídia – quatro anos de controvérsia. Observatório da Imprensa, São Paulo, 20 jan. 2004. Disponível em: <http://www.observatoriodaimprensa.com.br>.
TRAQUINA, Nelson. O ensino de jornalismo perante os desafios da transição tecnológica. In: VII FÓRUM NACIONAL DE PROFESSORES DE JORNALISMO, 4, 2004, Florianópolis: UFSC. Disponível em: <http://www.7forum.ufsc.br>.
ZAKABI, Rosana. Entrevista com Robert Meeropol (Rosenberg). Veja, p. 15, 11 fev. 2004.
ZANOTTI, Carlos Alberto. Títulos no jornalismo diário, ou a difícil arte de dizer apenas o essencial. Revista de Estudos do Curso de Jornalismo-Puccamp, Campinas, edição especial, 2001, pp. 45-58.


* Ruben Dargã Holdorf e jornalista, graduado pela UFPR – Universidade Federal do Paraná, especialista em Metodologia do Ensino Superior/Unasp, mestre em Educação/Unasp. Docente do curso de Comunicação Social/Jornalismo no Unasp - Centro Universitário Adventista, Campus Engenheiro Coelho, São Paulo, Brasil, é diretor de redação da revista eletrônica Canal da Imprensa. E colaborador da Sala de Prensa.


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