Sala de Prensa

78
Abril 2005
Año VII, Vol. 3

WEB PARA PROFESIONALES DE LA COMUNICACION IBEROAMERICANOS

A R T I C U L O S

   
   


Considerações sobre produção,
discurso e análise em jornalismo

Rosa Nívea Pedroso *

RESUMO: O ensaio faz considerações acerca da instância produtiva do jornalismo como lugar sociológico de produção de subjetividades e como lugar de regulagem dos sentidos sociais. PALAVRAS-CHAVE: Jornalismo e Linguagem. Análise do Discurso Jornalístico. Teoria do Jornalismo.

I

O campo jornalístico tem sido, dos campos da mídia, o mais analisado. O mais criticado. Criticado às raias da paranóia crítica porque tem-se atribuído ao jornalismo um poder manipulatório quase absoluto. É evidente que aqui não estamos nos referindo à manipulação técnica pois, grosseiramente, poderíamos dizer que o jornalismo é uma atividade de manipulação técnica incessante. E o é. É o derramamento de petróleo no mar da Galícia que se transforma em manchete. É a viagem do Presidente do Uruguay que se transforma em infografia. E por aí vai. Mas por que em infografia? Perguntam os analistas. Para esvaziar a explosividade da viagem, respondem as vozes da análise.Para esta ordem de exemplos poderíamos usar outros exemplos de ordem pragmática, tais como: por que a fotografia do Presidente do Brasil saiu impressa em cores vermelhas? Porque na hora da impressão faltou tinta marrom e o jeito foi utilizar logo a cor vermelha. Por que a foto do Governador saiu fora de foco ou saiu exatamente aquela em que ele bocejava? Porque eram exatamente as melhores que o fotógrafo tinha no único rolo de filme. Por que o título da matéria saiu exatamente com a declaração mais infeliz do Ministro da Ciência e Tecnologia? Simplesmente porque isto era a novidade, era a notícia, era o mais importante. E é função dos jornalistas dizer o que é mais importante. O importante, no caso, referia-se simplesmente à política nuclear brasileira. Para corrigir os desastres informativos, existem os porta-vozes e os desmentidos posteriores.Mas este é um problema de assessoria de comunicação.Ou, então, por que só o Secretário de Finanças foi ouvido pela equipe de campo de reportagem? Porque o Ministro estava com a agenda lotada e por isto não estava recebendo jornalistas e, para isto, existem os cargos de segundo escalão para receber a imprensa. E outros dois Técnicos do Tesouro Nacional também não foram ouvidos porque estavam impedidos de falar com com a imprensa. E uma terceira fonte não foi encontrada porque estava viajando e, finalmente, uma quarta fonte não quis falar. Ossos do ofício do jornalismo diário... Qualquer estudante de Jornalismo quando sai a campo para fazer uma reportagem sabe muito bem das dificuldades de fechar uma pauta. Mas, o analista, longe dos ossos do ofício diário ininterrupto do jornalismo, viu nisto tudo uma reação da imprensa brasileira contra o socialismo recém-parido. Evidentemente, estes são exemplos grosseiros e não estamos nos referindo a práticas realizadas pelo jornalismo de baixa qualidade e de baixo padrão ético e editorial.

A intenção destes exemplos foi mostrar situações rotineiras de produção que fogem da vontade e dos desejos de manipular e controlar tudo e todos. Os exemplos também foram utilizados com a intenção de exemplificar o quanto é preciso conhecer os meandros, as lacunas, os interstícios das regras da instância produtiva para analisá-la sem cair na consciência total do jornalismo ou no manual de produção de discurso contra a manipulação jornalística.

II

O domínio da cartografia jornalística implica em ter uma noção do que significa verdade para o jornalismo. Do que significa objetividade para o jornalismo.Que não é a negação da subjetividade mas exatamente o seu reconhecimento, a sua afirmação. Saber o que são as notícias.O que é o jornalismo? O que são as notícias? O que e quem são as fontes? O jornalismo não é o tudo nem o todo. Se cada um e todos forem manipular em favor disto e contra aquilo, o telejornal não fecha e não começa no horário. Tamanha a quantidade de manipulação ideológica, política e etc. É evidente que não estamos dizendo que não existam manipulações políticas e ideológicas em situações, lugares e contextos determinados, é claro que existem e sempre existirão. Trata-se, no entanto, de uma outra questão, trata-se do reconhecimento de que são as fontes que fornecem a verdade factual ao jornalismo declaratório. Não existe jornalismo sem fontes porque o jornalismo é feito a posteriori do acontecimento. Mais do que nunca as fontes dão o conteúdo e o enfoque, basta ver o grande aproveitamento dos materiais vindo das assessorias de comunicação, transformando a atividade de assessor mais rentável do que de jornalista/repórter.

Esta é uma relação estrutural entre jornalismo e fontes. E agora quem manipula quem? Não esqueçamos que tanto fontes quanto jornalistas e editores são elementos, da cadeia produtiva, interessados em notícia (em repercussão, em notoriedade, em audiência e etc.). Uma relação estrutural interessada em produzir notícia (conteúdo, imagens e comentários). O princípio da verdade factual é muito caro para o jornalismo porque é dele que ele extrai a sua credibilidade e permanência. Até as “fábricas de mentira” (Günter Wallraff) mantêm intacta a ilusão da verdade factual. Criam a partir da ilusão da verdade factual. Ver também o caso da repórter Janet Cook do jornal Washington Post que, no início dos anos 80, recebeu o prêmio máximo do jornalismo americano, o Pulitzer, "pelo seu relato ficcional de uma criança toxicodependente com apenas oito anos" (Easear, 1986, apud Traquina, 2000). Ou o caso de Jayson Blair do jornal The New York Times ou o caso mais recente e menos rumoroso de Jack Kelly. Mas este é um anti-jornalismo. É o uso da mentira no exercício da atividade jornalística a serviço do jornalismo irresponsável e de má-qualidade. Isto é um outro assunto e para quem se interessa por ele.

Quanto à questão do poder manipulatório do jornalismo, temos duas questões a apresentar: uma, grande parte desta questão é confundida com manuseio pois como sabemos a notícia não é o fato e, segundo, é a questão que realmente precisa ser denunciada e analisada nos estudos sobre jornalismo, é saber nominalizar o que é manipulação em jornalismo. Manipulação em jornalismo tem nome, tem efeitos concretos de sentido e, para isto, vamos nos valer dos estudos realizados por Bernando Kucinski e Leandro Marshall. Kucinski, ao estudar o jornalismo econômico, enumerou uma série de efeitos de sentido produzidos na etapa de produção das notícias e das reportagens: deslumbramento, promiscuidade, oficialismo, relações clientelistas, centrismo, minimalismo, eletismo, dogmatismo, entreguismo, consensualismo e etc. Agora sim, é possível falar em manipulação, não de uma forma abstrata e indefinida, mas definida, como deslumbramento, por exemplo, como oficialismo, como consensualismo e etc. Por outro lado Leandro Marshall, chama esta questão de jornalismo transgênico, enumerando vinte e cinco práticas com seus respectivos efeitos danosos para o jornalismo, entre elas estão: a mimese, o desfiguramento, a composição, a demanda, o condicionamento, a ambigüidade e a sintonia (com a publicidade e com a propaganda); a releasemania; o dirigismo pelo setor comercial da empresa jornalística; editorialismo; business; merchandising editorial; consumismo direto e indireto (estímulo ao consumo); vitrine e etc. Os analistas do jornalismo deveriam estar seriamente preocupados com o desfiguramento do jornalismo em publicidade, por exemplo. Para saber mais sobre o assunto ver ensaio "Elementos para conhecer algumas das condições de construção do discurso jornalístico" in Pedroso, 2001.

Da parte que cabe ao jornalismo, a problemática é maior porque a disciplina de Teoria do Jornalismo carece urgentemente de uma epistemologia, isto é, de uma sistematização das várias correntes teóricas e de suas perspectivas metodológicas; de uma sistematização do campo, do objeto e dos estatutos que conferem a existência teórica e metodológica do jornalismo. Para saber mais ver artigo de Orlando Tambosi "Elementos para uma epistemologia do jornalismo". Essa lacuna teórica tem sido preenchida por análises discursivas e comunicacionais não-orientadas pelas regras próprias do campo sociológico da produção mas orientadas por regras discursivas. Toda produção produz discurso e leituras.

Essas leituras precisam levar em conta que a notícia não é o fato em si, a notícia é resultado de um complexo processo de produção. A produção jornalística está inserida no complexo contexto da pós-modernidade profundamente marcado pelas revoluções tecnológicas. O jornalismo, visto como um lugar sociológico de produção de subjetividades, é marcado pelos novos territórios existenciais pós-modernos, pelas forças homogeneizadas/instituídas, pelas novas forças de transformação, pela dispersão dos saberes, pela especialização dos campos do conhecimento, pelas novas frentes de criação.Não é algo regido apenas pelas normas da casa, como querem alguns. O jornalismo é algo mais amplo e complexo e realiza-se na história e na atualidade. Realiza-se ininterruptamente dentro do tempo presente, pois como bem o definiu Gomis (1991,p.12) ¨o jornalismo é um método de interpretação sucessiva da realidade social¨. Um trabalho ininterrupto de seleção e interpretação do mundo. Do mundo aqui perto do mundo lá longe.

De novo vamos nos valer da definição de Gomis (p.36) de que o jornalismo é um fenômeno de interpretação, mais exatamente um método para interpretar periodicamente a realidade”. Esse “método para interpretar” a realidaade é o que constitui o campo de produção no jornalismo. E Gomis vai mais longe, diz que “a notícia é interpretação”. A notícia é interpretação porque é resultado de um processo de produção, resulta de um processo produtivo que possui regras próprias de coleta, pesquisa, seleção, verificação, redação, edição e exposição. De modo que podemos inferir que o Jornalismo se constitui em um modo de interpretar o mundo. Muito pode avançar o conhecimento sobre a epistemologia do jornalismo e da notícia se os estudos discursivos e comunicacionais se concentrarem na questão do fenenômeno dos efeitos sobre as audências. Inferências analíticas sobre a ordem produtiva não fazem o conhecimento avançar porque batem nas tentativas de conhecer/desvelar/desmascarar as intenções manipulatórias de repórteres, editores etc. Os estudos sobre a ordem produtiva requerem cuidados/procedimentos muito bem demonstrados pela socióloga Gaye Tuchman na sua observação direta-e-participante dentro de uma redação de jornal.

A ordem da produção jornalística impõe mais tensão que coesão, mais complexidade que linearidade, mais negociação que consenso, mais heterogeneidades que homogeneidades, mais interdiscursos que autocentramento.E refere-se ao mundo. Está referida ao mundo, ao tempo sociológico. A ordem da produção jornalística está plena de causalidades, equívocos, acasos, pressão, tensão, stress, cansaço, abundância, excassez, pontos de fuga, regulagem, erros, acertos e etc. Um continuum produtivo que define o jornalismo exatamente pela permanente continuidade, pelo trabalho permanente em busca da redução de erros, pela periodicidade, pelo tempo, pelo espaço que se repetem em forma de formato. É o território da tensão permanente entre previsibilidade e imprevisibilidade. O sistema produtivo jornalístico nunca se fecha, está em um permanente estado de atualização. Atualização informativa, atualização tecnológica, atualização lingüística e etc.

Por outro lado, a ordem discursiva (campo dos analistas do discurso e dos fenômenos de comunicação) lida permanentemente com os fenômenos de linguagem desencadeados pela ordem produtiva (que é também da ordem organizacional, tecnológica, industrial e etc). Sobre a ordem da produção, a noção de atividade foi desenvolvida por Pedroso, 2000. Assim, o jornalismo é o mapa e as análises discursivas e comunicacionais são as cartografias. Essas análises vão realizar estudos sobre o imaginário, sobre o sujeito, sobre o pré-construído, sobre o inconsciente, sobre a ideologia presentes na ordem produtiva que repercutem nos seus produtos e resultados. As análises discursivas e comunicacionais vão trabalhar sobre as evocações, as ressonâncias, os efeitos lingüísticos e de recepção. Enfim, vão fazer o trabalho de escuta porque a ordem da linguagem precede a ordem da produção e a ordem da recepção. Quais os saberes precedem o jornalismo econômico? Procurar respostas para o pré-construído, para o que está lá e aqui na ideologia, no imaginário, no inconsciente, na história, no mesmo e no outro.

A ordem da produção é referencial, está referida a lugares sociológicos e a fazeres, está co-determinada ao individual e ao coletivo, ao homem e à máquina e etc.Está dotada de complexidades, de intencionalidade, de não-intencionalidades, de arbitrariedades, racionalidades, rotinas e etc. Ordem que não se fecha em totalidades nem só em intencionalidades (Ver Pedroso, 2000). Evidentemente, a ordem da produção jornalística, constituída pela linguagem como o é, “é um lugar que produz realidades” (Fausto Neto, 2002).

A ordem da produção é, assim, duplamente assinalada como um lugar sociológico de produção de subjetividades, de interpretação ininterrupta, de significações dadas e como um lugar de regulagem dos sentidos sociais. O jornalismo é, por natureza, um campo de regulagem dos sentidos. Ao evocar os princípios da referencialidade, da clareza, da exatidão, da verdade factual, o jornalismo não deixa os sentidos à deriva. O método da objetividade entra aí como o “farol no nevoeiro” (Expressão de Furio Colombo), orientando os jornalistas nas noites de dúvida, de cansaço, de crise com a baixa qualidade do jornalismo feito por ele e pelos outros, de perplexidade diante do novo mundo, de abatimento, de exaustão, de denúncias, de desmentidos, de dossiês, de acusações, de especulações, de rumores, de intrigas e etc.

As regras do campo informativo são reconhecidamente rígidas, reguladoras, buscando sempre o fechamento e não a abertura dos sentido porque o jornalismo informativo diário é posto à prova diante “cena original perdida” (expressão utilizada por Fausto Neto, 2002). A “cena primária” está perdida, então, o modo de dizer passa a ser referencial, controlado pelo princípio da verdade factual, porque o acontecimento perdido reacontece na tela da televisão, na tela da internet, nas ondas do rádio, nas páginas dos jornais e das revistas. O jornalismo é uma atividade movida pela linguagem e pela produção e regulada pelas regras dos seus gêneros porque a intenção de fundo é a intenção de informar. Os gêneros jornalísticos são dispositivos de controle de sentidos. São guardiões das regras do campo jornalístico; são lugares de passagem da figura do interpretante, da função do mediador. Os gêneros jornalísticos instalam/criam lugares de leitura. Os gêneros jornalísticos são ressonâncias da ordem produtiva que visa organizar/controlar o continuum, o turbilhão, as tempestades informativas do mundo da natureza e do mundo da cultura.

Se a história, a ideologia e a linguagem são constitutivos do jornalismo como prática social, o processo de produção de notícias (entre)tece-se em (inter)ações complexas, inerentes ao agente humano (incluindo conhecimento, consciência, sentimentos e etc sob o filtro e a regulagem próprias do indivíduo); inerentes ao sistema produtivo em si (incluindo saberes e fazeres pré-instituídos) e inerentes ao mundo, à época pós-moderna. O processo de produção, visto assim pela sua complexidade, pode ser compreendido como um lugar, um lugar sociológico de criação de subjetividades (e de verdades e de realidades) que atinge o imaginário das massas. E aí entra a função do analista do discurso e das notícias, não para repetir que existe manipulação na produção. Pois a manipulação técnica e ideológica dos materiais é constitutiva do processo produtivo jornalístico. Até porque, como já sabemos, a notícia não é o fato em si. O que a ética do jornalista deve é tentar evitar a tentação de “manipular ativamente [porque esta] é uma atitude nitidamente política” (Marcondes Filho, 1993, p.138). Manipular para favorecer/desfavorecer/desmerecer/qualificar/desqualificar. Militar ao invés de informar. Evidentemente que o jornalista que manipula ativamente as informações e as edições deveria estar do outro lado do balcão, no balcão das opiniões. Aí poderá extravasar a sua necessidade de expressão ou o seu desejo de se sobrepor aos fatos e ao mundo.Ou dedicar-se às atividades de assessoria do seu partido político, por exemplo. O ideal do jornalismo responsável e de qualidade impõe ao jornalista o exercício diário do desafio da separação para suportar o Outro, o diferente.

III

Mas cabe ao analista um papel mais transcendente do que ficar preso na gaiola dos que não sabem o que querem. Cabe a ele dizer que existe um processo de criação de subjetividades alimentado pelo jornalismo; explicitar as características do processo, identificar os efeitos sobre as massas e as respostas que as massas criam/enunciam/evocam. Uma tarefa mais científica e humanista (por isto, esclarecedora) do que acusatória, reacionária, refratária, projetiva contra os super- poderes do jornalismo.

Pois há, pelo menos “três fatores que jogam do lado do receptor, [e das massas] impedindo que a manipulação surta efeito: a memória, a vivência e a visão de conjunto.As três supõem reserva de informação anterior” (Marcondes Filho, 1993, p.135). Assim, nem tudo e nem todos estão dominados. As massas respondem, votam, fazem novas elaborações e isto já é por si só muito importante. [Luis Inácio Lula da Silva foi eleito presidente da República Federativa do Brasil apesar do Jornal Nacional e da Rede Globo. Collor não foi eleito nas Alagoas apesar de ser empresário das comunicações. E por aí vai... Apesar disto, a Liberdade e a Democracia precisam de vigilância contínua pois a tentação do poder midiático e do Estado midiático rondam o mundo pós-moderno].

Quando Gomis (1991,p.33) diz que “ o presente das notícias não se define tanto por sua emissão como por seu comentário”, ele refere-se ao tempo presente social, à interação social, à recepção, à comunicação (aquilo que agora é comum). E acrescenta “o presente é o que se comenta” (Gomis, 1991 apud Gomis,1988). Assim, se levarmos em conta a notícia como ressonância do mundo de hoje, do presente histórico, grande é a tarefa da História, da Sociologia, da Antropologia e da Filosofia para conhecer e explicar esse mundo, divulgado, propalado, difundido, expandido pelo trabalho jornalístico, que se denomina pós-moderno, pós-industrial, pós-história, pós-neoliberal e etc. O mundo da chamada globalização, da mundialização.

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BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

1 COLEÇÃO COMUNICAÇÃO & LINGUAGENS. Jornalismo: questões, teorias e "estórias",org. Nelson Traquina. Lisboa: Vega, 1993. 360p.
2 COLOMBO, Furio. Conhecer o jornalismo hoje; como se faz a informação. Lisboa: Editorial Presença, 1998. 230p.
3 FAUSTO NETO, Antonio. Aulas ministradas no PPGCOM/Ufrgs. Dezembro de 2002.
4 GOMIS, Lorenzo. Teoría del periodismo; cómo se forma el presente. Barcelona: Ediciones Paidós, 1991. 212p.
5 KARAM, Francisco José Castilhos. Jornalismo, ordenação e desordenação sociais: contribuições preliminares da Semiótica da Cultura. Pauta Geral; Revista de Jornalismo. Salvador: Calandra, 2002.Ano 9. N.4. p.111-132.
6 KUCINSKI, Bernardo. Jornalismo econômico. São Paulo: Edusp, 1996.
7 MARCONDES FILHO, Ciro. Comunicação e jornalismo; a saga dos cães perdidos. São Paulo: Hacker Editores, 2000. 171p.
8 ------. Jornalismo fin-de-siècle. São Paulo: Scritta Editorial, 1993.154p.
9 MARSHALL, Leandro. Jornalismo transgênico. Congresso Intercom. Campo Grande, (MS), 2001.
10 MEDITSCH, Eduardo. O jornalismo é uma forma de conhecimento? Revista Mídia & Jornalismo. Coimbra: Edições Minerva Coimbra, 2002. n.1, ano 1. p.9-22.
11 PEDROSO, Rosa Nívea. Elementos para compreender o jornalismo informativo. Revista Leopoldianum. Santos/ São Paulo: Universidade Católica de Santos, 2000. ano 26, dez., n.73.
12 ------. Elementos para conhecer algumas das condições de construção do discurso jornalístico. Revista Comunicação & Sociedade. São Bernardo do Campo/São Paulo: Umesp, 2001. ano 23, n. 36.
13 REVISTA DE COMUNICAÇÃO E LINGUAGENS: Jornalismo 2000, org. Nelson Traquina. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa, 2000. n. 27.
14 SCHÄFFER, Margareth et alii, orgs. Aventuras do sentido; psicanálise e lingüística. Porto Alegre: Edipucrs, 2002. 364p.
15 TAMBOSI, Orlando. Elementos para uma epistemologia do jornalismo. Revista Intercom, 2003.
16 TEIXERIA, Marlene. Análise de discurso e psicanálise: elementos para uma abordagem do sentido no discurso. Porto Alegre: Edipucrs, 2000. 210p.
17 TRAQUINA, Nelson. O estudo do jornalismo no século XX. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2001. 220p.


* Rosa Nívea Pedroso, colaboradora de SdP, professora adjunta do Curso de Jornalismo do Departamento de Comunicação da Ufrgs. Jornalista, Licenciada em Letras e Mestre em Comunicação pela Ufrj. É autora de A construção do discurso de sedução em um jornal sensacionalista. São Paulo:Editora Annablume, 2001.


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