Sala de Prensa

48
Octubre 2002
Año IV, Vol. 2

WEB PARA PROFESIONALES DE LA COMUNICACION IBEROAMERICANOS

A R T I C U L O S

   
   


Necessidade e vantagens da estruturação
de cursos plenos de jornalismo

Ruben Dargã Holdorf *

Durante décadas, equívocos curriculares reforçaram a necessidade de mudanças nos cursos de Comunicação Social brasileiros. Uma das propostas visa transformar a atual Habilitação Jornalismo em um curso pleno, desvinculando-o do tronco comum com outras habilitações e valorizando o ensino técnico ou prático. Muitos pesquisadores procuram estimular a conexão entre as disciplinas práticas (técnicas) e teóricas (não-técnicas) ao enfoque profissional, relacionando o aprendido ao que deve ser executado.

INTRODUÇÃO

Com o evento da informática e a necessidade de rapidez na obtenção e difusão de informações, tornou-se necessário que os cursos de Comunicação Social imponham qualidade ao ensino. Cada vez mais selecionador, o mercado de trabalho exige profissionais altamente capazes de inovar. Surge, então, a imperativa ordem de modernização nas escolas de Comunicação Social, através da reformulação do conteúdo curricular e da técnica de ensino. Não havendo qualquer impedimento legal ou referência da LDB bloqueando a reformulação do programa de disciplinas, o curso de Comunicação Social do Centro Universitário Adventista tem a oportunidade de inovar, modificando a grade e a estrutura das habilitações Jornalismo e Publicidade e Propaganda.

As escolas mais tradicionais já iniciaram essas mudanças, desestruturando os currículos de tronco comum nos dois primeiros anos e estabelecendo os cursos plenos, puros, de cada área, separando Jornalismo de Publicidade ou de outras habilitações. Entretanto, discutindo este tema com alunos de outras universidades, constata-se a preocupação dos formandos em relação à falta de prática profissional, pois, apesar dos recursos mais avançados à disposição nos laboratórios e estúdios, o currículo os impede de maior contato com a realidade exigida pelo mercado de trabalho. Assim, aqueles que optarem pela renovação, terão a possibilidade de sair à frente na busca da melhor qualificação de seus alunos.

Muitos vivem a expectativa da implantação de disciplinas práticas. Para que esse desejo possa se concretizar no processo de formação do aluno, espera-se do professor conhecimento e vivência profissional, pois, sem esse quesito, jamais se qualificará como orientador dos estudantes. Projetos inéditos e planos-pilotos podem se desenvolver com a participação do meio acadêmico. Novas idéias permitem estabelecer pontes de comunicação entre universidades e indústrias ou serviços.

1. EQUÍVOCOS CURRICULARES

Poucos pesquisadores tiveram a coragem, nos últimos anos, de questionar ou levantar discussão sobre a rigidez dos antigos currículos e sua possível flexibilização diante das sensíveis e rápidas mudanças no mundo globalizado. Apesar de muitos desses pesquisadores não especificarem os cursos analisados, os resultados dos trabalhos desenvolvidos podem ser comparados e aplicados à realidade do ensino superior de Jornalismo.

Ildeu Coêlho (1998) alerta aqueles que comemoram a abertura para a flexibilização, apontando a existência de instituições de ensino acomodadas às estruturas rígidas, burocráticas e rotineiras. Muitos têm aproveitado essa possibilidade legal para inchar ainda mais os currículos, sobrecarregando professores e alunos. Coêlho (1998) considera essa imposição do Conselho Federal de Educação como uma extensa e multiforme relação de disciplinas que não passam de mera repetição do pensado anteriormente. Bronislaw Malinovski e Joel Ulhoa, citados por Coêlho (1998), denominam o variado rol curricular, com suas disciplinas, ementas, horas-aula e créditos, verdadeiras colchas de retalhos; e árvores de natal. Esse supermercado do conhecimento se transformou num verdadeiro elefante branco da educação, inchando os currículos.

O desejo de se ensinar quase tudo em determinada área, camuflando uma pretensa atualização curricular não passa de equívoco e absurdo, sendo desnecessário e inviável. Administradores, pedagogos, professores e alunos têm a falsa idéia de que quanto maior o currículo, mais atualizadas serão as informações transmitidas, confundindo desse modo quantidade com qualidade. Assim, o inchaço curricular é um dos motivadores da evasão no ensino superior brasileiro. Coêlho (1998) explica que nas volumosas grades curriculares muitas disciplinas aparecem isoladas, sem sentido, causando desânimo nos alunos e conduzindo-os à repetência. Decorrentes de profundos equívocos, os extensos currículos são culpados pela mediocrização dos corpos docente e discente.

Problema maior do que a quantidade de disciplinas no currículo tem sido a existência de currículos defasados ou que não atendem às exigências de mercado, permanecendo nulos e sem razão de ser. Os atuais currículos mínimos não estão suprindo às necessidades acadêmicas, profissionais e humanas dos estudantes, alega Coêlho (1998). Maria Aparecida da Silva (1997) expressa que o currículo revela o projeto pedagógico da instituição de ensino, a linha de pensamento educacional de seus administradores. Mark van Doren definiu que não há significado na faculdade sem um currículo, mas se torna pior a situação se esse currículo for insignificante. (in: Knight, 2000).

Cremos ser esse um dos mais difíceis entraves na discussão curricular nos cursos superiores. Os administradores têm rejeitado qualquer proposta de alteração naquilo que se encontra aparentemente solidificado. Tentando o diálogo, surge como resposta a existência do currículo mínimo imposto pela legislação. Segundo Coêlho (1998), o currículo mínimo só tem o nome, pois sua complexidade e detalhamento se ampliam, desvinculando-o da realidade concreta, da história, das políticas acadêmicas e do que professores e alunos projetam construir. A imposição oficial desvia o leque de alternativas que poderiam ser consideradas. Maria Harris denomina as opções não-visíveis de currículos oculto e implícito. O primeiro inclui áreas completamente alienadas e esquecidas. O currículo implícito, ou informal, não as exclui, mas não as coloca em evidência. (in: Knight, 2000).

2. EXERCÍCIO PRÁTICO

Apesar de não existir um modelo a ser utilizado em todas as universidades, Silva (1997) se posiciona favoravelmente à determinação do projeto pedagógico e curricular de modo articulado, ressaltando que sua elaboração só chega ao final quando a prática recebe destaque. Silva (1997) é favorável que se aplique tratamento pedagógico na veiculação de informações. O currículo que não atende aos propósitos e necessidades de sua sociedade, torna o projeto pedagógico deficiente na formação dos estudantes. (Silva, 1997). O que determinará a absorção dos futuros profissionais pelo mercado é a qualidade do trabalho realizado por alunos e professores em conjunto, desenvolvendo a autonomia intelectual, a capacidade e a vontade de continuar pesquisando e aprendendo. (Coêlho, 1998). Silva (1997) confirma o que defendemos ao destacar ser na prática que se manifesta o currículo como produto completo e de qualidade. Confirmando também essa visão educacional, Adhemar Altieri, ex-professor da USP, mostra às faculdades a importância de se conhecer que quem estuda Jornalismo tem de aprender o lado prático da profissão, principalmente pelo motivo de a lei proibir o estágio.1 Altieri também questiona o excesso de disciplinas teóricas, colocando seu ponto de vista de que os partidários da Filosofia, Ciência Política e Geografia, busquem estas áreas para estudar. Altieri (1999) orienta as instituições de ensino a promoverem qualidade, pois sem esta não haverá estudantes, e sem alunos o curso cerrará as portas. Trata-se de uma questão de sobrevivência.

Fábio Watson, professor de Telejornalismo da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, afirma que a filosofia é aprender na prática e que o acompanhamento do professor é de extrema importância. (Revista Imprensa, setembro/2000). Altieri (1999) explica ainda que as pessoas não procuram o curso de Jornalismo para se tornar teóricos da comunicação, mas objetivando se preparar para o exercício prático. No parecer de Silva, não adianta um currículo que proclame a democracia se, na prática, as relações entre a faculdade e os acadêmicos não o são. Deve-se considerar e ter em mente que um currículo mal-estruturado influenciará profundamente a formação de cada indivíduo. Portanto, faz-se mister a elaboração de projetos equilibrados. A influência curricular não se dará apenas no aspecto profissional, mas também na vida pessoal, num todo. Sob esse parâmetro, o currículo deve atender todas as necessidades do estudante, buscando operar ao máximo sua eficiência. (Knight, 2000) Não se pode omitir a importância de se analisar e verificar o que é mais importante no ensino, enquanto conjunto, e que impacto terá não somente sobre os alunos, mas também sobre os professores e o próprio curso. O aluno deve ficar inconformado com a inércia. Principalmente se for estudante de Jornalismo. Umas das máximas da imprensa diz que o comunicador não pode permanecer na espera das notícias, mas é ele que tem a obrigação de ir procurá-las.

A capacidade de não estar conformado com o mundo permite a interferência livre e criativa do homem, formando valores, organizando a vida, as relações de trabalho, as instituições, enfim, a comunidade que o cerca e da qual ele participa. (Silva, 1997) Coêlho (1998) vai mais longe em sua análise, criticando aqueles que se contentam com retoques, achando que o marketing das aparências pode solucionar problemas institucionais e educacionais. Quem age dessa maneira, engana-se, pois as feições exteriores não mudam a realidade e o viver de constantes festas não acrescenta qualidade a nenhum curso superior. Para provocar reformas num currículo, implica em recriar o curso, a estrutura de graduação, a política correta na educação.

3. CURSO PLENO

Há necessidade de estimular o aluno ao trabalho intelectual. Para tanto, instrumentos de pesquisa aliados a um currículo que reflete os anseios acadêmicos são importantes no processo formativo dos cursos superiores. Em decorrência da atual situação curricular, Coêlho (1998) concorda que os alunos têm sido roubados em seu direito ao aprendizado, ao desenvolvimento da criatividade e à pesquisa. Um dos maiores dramas dos alunos dos cursos do setor de ciências humanas, destacando aqui o Jornalismo, é o período de tronco comum com outra (s) habilitação (ões), quando se tenta conduzi-los ao estudo teórico. Esses conceitos podem muito bem ser enfocados, desde que o professor tenha sólida formação, no momento certo, dentro das próprias disciplinas profissionalizantes, também chamadas de práticas.

Hélio Ademar Schuch, chefe do Departamento de Comunicação da UFSC/Universidade Federal de Santa Catarina e atual membro da Comissão de Especialistas de Ensino de Jornalismo, proposta pela Sesu/MEC, aponta que nos tradicionais cursos de Comunicação, as disciplinas não-técnicas são desvinculadas das técnicas, causando a falta de foco na carreira escolhida pelo aluno. Já nos cursos plenos, integrados, as disciplinas não-técnicas estão intimamente relacionadas às técnicas, contribuindo para a formação conforme as exigências do cenário mercadológico em vigor. Além de preparar profissionais para o mercado de trabalho, os currículos devem se constituir em amplos espaços para a reflexão, o debate, a crítica, o surgimento de tantas dúvidas quanto respostas, exigindo-se, como prazer intelectual, a busca constante de respostas. (Coêlho, 1998). Esses conceitos de Ildeu Coêlho recebem a corroboração de Lucinda Lorenzoni (1992), quando destaca que a aprendizagem se forma no íntimo do aluno e não pode ser manipulada por fatores externos.

Lorenzoni concorda com o estímulo ao pensamento, não ao controle da mente com uma enxurrada de preceitos teóricos sem utilidade para a vida, mas com ampla conotação político-ideológica. Agora Coêlho (1998) referenda Lucinda, privilegiando o currículo como espaços de produção e exercício da liberdade, igualdade, justiça, democracia, cidadania, felicidade, dúvida, determinando a construção cultural dos indivíduos. Evidencia-se, cada vez mais, que é muito melhor ter um profissional pensante do que um empregado que precisa ser constantemente conduzido, semelhante a um robô, sem autocriatividade. O competente, o verdadeiro trabalhador intelectual, o cidadão por excelência, o que se encontra acima da média, se afirma como pensador e criador, equacionando soluções, ao contrário de outros, simples executores de tarefas. (Coêlho, 1998).

Às vezes, com motivos justificáveis, os alunos reclamam das condições de seus cursos e dos próprios currículos. Lorenzoni (1992) vê na instituição de ensino um lugar de realizações agradáveis e a oportunidade de propiciar ao aluno o estímulo ao pensamento, à reflexão, às descobertas e autodescobertas, à discussão de fatos relevantes, à pesquisa e exploração da vida. O diminuto espaço deixado às disciplinas práticas restringe o período de pesquisa e não completa a necessária formação profissional do aluno. Esta situação, amplamente vivenciada no Brasil, resulta do exíguo tempo dispensado ao contato do estudante com o lado realista do curso escolhido. Tal fato pode ser contemplado entre os próprios jornalistas. Daí a proposta de se formar o curso de Jornalismo com disciplinas profissionalizantes desde o primeiro ano, tornando o estudo interessante e estimulando os alunos ao contato com seu futuro instrumento de trabalho, pesquisa, reflexão e prazer. Os cursos que não se transformarem, acabarão condenando muitos ao desemprego no futuro. Por isso, urge a necessidade de se criar alternativas e novas formas de atuação. (Coêlho, 1998). Trata-se de um acordo entre professores e alunos. Aqueles devem se constituir em estudantes; também, pelo compromisso com a pesquisa e a verdade. (Coêlho, 1998).

O estímulo ao desenvolvimento da criatividade latente e individual somado ao trabalho em equipe, passa a ser característica que poderá alcançar sucesso se houver eficaz orientação em um novo currículo. Ressaltamos mais uma vez, que esse currículo tem de estar vinculado às reais exigências da profissão e não a meras conjecturas teóricas e pseudo-intelectuais. Coêlho (1998) considera imprescindível o trabalho em equipe, onde se pode aprender com os outros companheiros e tirar proveito da experiência pessoal. Lorenzoni (1992) apóia essa necessidade, porque a educação é cooperativismo, extensiva a todos, professores, alunos, faculdade e sociedade. O ensino prático se revela como forte elemento para se ter uma sólida formação, cujo resultado contribua para o aluno caminhar autonomamente e com segurança. (Coêlho, 1998) Quem acha que a inclusão e aplicação de disciplinas práticas desde o início do curso inibirá questões teórico-intelectuais, engana-se. Tais conceitos e discussões podem perfeitamente se enquadrar dentro da análise dos resultados trabalhados pelo aluno, quando devidamente orientado por professor competente.

Pode-se estimular o aluno à prática e orientá-lo seguindo regras profissionais. Conceitos teóricos podem ser repassados paralelamente à prática. Ao final, medem-se os resultados, as conseqüências do realizado, faz-se o exercício de reflexão, quando se oportuniza o momento para divagar filosófica, social e psicologicamente. Lorenzoni (1992) enfatiza a necessidade de se conhecer a realidade dos alunos e sair dos caminhos traçados por aqueles que se encontram distantes dos reais problemas enfrentados pela comunidade. Disciplinas isoladas aumentam a dificuldade de assimilação do aluno, solapam suas energias, provocam estresse e estimulam o desânimo diante de algo que se mostra intransponível. O resultado pretendido por um curso não se consegue pelo trabalho fragmentado, mas com o esforço conjunto de todos. (Silva, 1997). Ângela Kleiman e Sílvia Momes (1997) calculam que a relação interdisciplinar habilita os alunos à coleta de dados.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Há muitos anos a defasagem curricular impede o pleno desenvolvimento dos cursos de Jornalismo, fazendo com que a teoria receba maior ênfase do que a prática. Esta caótica situação cerceia o preparo de qualidade dos alunos, deixando-os alienados quanto às exigências profissionais a surgir no decorrer da carreira. Em síntese, mais uma vez reconhecemos a importância de se estabelecer no currículo de Jornalismo, desde o primeiro ano, disciplinas voltadas ao exercício, treino e estágio preparatório para as funções práticas e exigências sociais e de mercado. O currículo deve considerar o atendimento às exigências dos alunos e da sociedade, oportunizandolhes um conjunto de experiências que lhes assegure a compreensão da realidade, e uma estruturação e formação básica bem solidificada. (Silva, 1997).

Diversas instituições de ensino se preocupam com a atualização tecnológica, entretanto, esta só se concretizará em relação ao aluno quando de sua atuação como profissional. A empresa que absorver seu serviço se responsabilizará pelo constante aperfeiçoamento. Resta à universidade o compromisso com a formação básica de qualidade. Não há motivo para se impedir a disponibilização de uma grade curricular prática, levando-se em conta a proibição legal do estágio para estudantes de jornalismo.

____
Nota:

1) O Sindicato de Jornalistas de Mato Grosso do Sul já regulamentou o estágio a acadêmicos. Outros sindicatos, como os do Paraná e São Paulo, também pretendem estender o benefício aos estudantes que tenham concluído o terceiro ano do curso. Além disso, haveria o limite de seis meses por estágio em uma empresa, incluindo uma remuneração através de bolsa-auxílio. O projeto dispõe, ainda, que as empresas contratantes (inclusive agências de notícias) possam ter no máximo de 10% da redação com estagiários e o estagiário cumpriria o mesmo horário do jornalista profissional (cinco horas diárias, seis dias na semana), que não deve coincidir com os horários de aula. O acordo prevê que as escolas de comunicação cumpram metas de qualidade.

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Referências Bibliográficas:

- ALTIERI, Adhemar. "Diploma, exigência absurda"; In: Anuário de Jornalismo. São Paulo, ano 1, n.º 1, pp. 91, 93 e 94, 2000.
- BORDENAVE, Juan Díaz & PEREIRA, Adair Pereira. Estratégias de ensino-aprendizagem. Petrópolis, Vozes, 22 ed., 2001
- COÊLHO, Ildeu Moreira. "Diretrizes curriculares e ensino de graduação"; In: Estudos 22, pp. 7-20, abr. 1998.
- HARRIS, Maria. Fashion me a people: curriculum in the church. Citado em Knight, p. 154.
- KLEIMAN, Ângela B. & MOMES, Sílvia E. Leitura e interdisciplinaridade: tecendo redes nos projetos da escola. Campinas, Mercado de Letras, 1999.
- KNIGHT, George. Filosofia & Educação. Engenheiro Coelho, Imprensa Universitária, 2000.
- LORENZONI, Lucinda Maria. Educação. Porto Alegre, ano XV, n.º 23, 1992, pp. 166-168.
- PAIVA, Vanilda & WARDE, Miriam Jorge (orgs.). Dilemas do ensino superior na América Latina. Campinas, Papirus, 1994.
- Revista Imprensa. "Florianópolis conquista vanguarda no ensino de jornalismo no Brasil"; São Paulo, n.º 159, pp. 74-75, abril 2001.
- Revista Imprensa. "Jornalismo se aprende na prática"; São Paulo, n.º 152, p. 120, maio 2000.
- Revista Imprensa. "imprens@net"; São Paulo, n.º 148, pp. 68-69, maio 2000.
- SCHUCH, Hélio A. Qualidade no ensino de Jornalismo. Site: www.saladeprensa.org ; Ano III, v. 2, maio 2000.
- SGUISSARDI, Valdemar (org.). Avaliação universitária em questão: reformas do Estado e da educação superior. Campinas, Autores Associados, 1997.
- SILVA, Maria Aparecida da. "Currículos e projeto pedagógico"; In: Dois Pontos. Nov/dez 1997, p.59-62.


* Ruben Dargã Holdorf é jornalista, graduado pela UFPR; Universidade Federal do Paraná, lato sensu em Metodologia do Ensino Superior/Unasp, mestrando em Educação/Unasp. Ex-editor online de Paraná OnLine, jornal O Estado do Paraná, do Grupo Paulo Pimentel, em Curitiba, Estado do Paraná, atualmente é docente do curso de Comunicação Social no Unasp - Centro Universitário Adventista, Campus Engenheiro Coelho, São Paulo, Brasil. (Este texto se publicó originalmente en Acta Científica/Humanas, Imprensa Universitária do Unasp, n.º 1, nov. 2001, y fue cedido por el autor, con lo cual hace su primera colaboración para Sala de Prensa.)


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